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Incidencias Sonoras IN/OUT Festival 06.09

TORMENTA/MARSHA APRESENTA: «TORMENTA IN MARSHA» (BRASIL)
15h CO
16h BO
17h AR-BR-CL-UY
22h CH

QUANDO?

06.09
Fusos:

15h CO
16h BO
17h AR-BR-CL-UY
22h CH

DOCS:
MARSHA!
THIRD-WORLDISM
(18+)
15h CO
16h BO
17h AR-BR-CL-UY
22h CH

TALK SHOW:
On the Divan at the End of the World
16h CO
17h BO
18h AR-BR-CL-UY
23h CH

WORKSHOPS:
Astrology as a tool of self-knowledge
Autonomous Witchcraft
17h CO
18h BO
19h AR-BR-CL-UY
00h CH

SHOW:
Ventura Profana
And
Podeserdesligado
18h CO
19h BO
20h AR-BR-CL-UY
01h CH

DJ SETS and PERFORMANCES
19h CO
20h BO
21h AR-BR-CL-UY
02h CH
(DURATION: 50’ ea.)
FKOFF1963 x AUN HELDEN x ENCO
SCAPA x TRINITAS
ALADA x ANALCANCER (+18)
BADSISTA x CUNNANY x PURI
MISS TACACÁ x IRMÃS BRASIL

Naturalmente, é de grandes catástrofes que se originam manifestações extraordinárias de contracorrente, portanto, diante de um cenário pandêmico global, e constantes ataques institucionais às expressões no campo da arte, cultura e diversidade no Brasil, Tormenta e Marsha! unem-se para apresentar estratégias e tecnologias de sobrevivência kuir-sudakas (sul-americanas queer), baseadas na visão de mundo, e experiências, de corpos dissidentes, que têm se articulado através da insurgência, para pensar em possíveis projetos de um novo mundo, em um processo de redefinição de rupturas e relações humanas.

O projeto propõe 8 horas de conteúdo incluindo palestras, oficinas, shows, performances sonoras/visuais e documentários que permeiam linguagens artísticas e pedagógicas de resistência e atravessam tempos pandêmicos sob perspectivas não hegemônicas. O conteúdo será um híbrido de materiais pré-gravados, por captura de imagens e manipulação digital, adaptando-se ao melhor formato de streaming pela plataforma que será utilizada.

Como um canal de TV experimental, o conteúdo terá interlúdios feitos pelos artistas visuais Gabriel Massan e Jean Petra, explorando ferramentas digitais como 3D e edição/manipulação de imagens, com uma trilha sonora feita por Pininga. Um programa de perguntas e respostas apresentado por Alexza Paraíso, no qual ela recebe ligações do público, falando e esclarecendo dúvidas sobre sexo e mau comportamento: “Você quer descobrir? Venha experimentá-lo. Do Brasil para você. »

“On the Divan at the End of the World” consiste em uma palestra em formato terapêutico, com TRANSÄLIEN e Paulete LindaCelva. “Feitiçaria Autônoma” de Meio da Terra (Meliny Bevacqua & LU) e “Astrologia como Ferramenta de Autoconhecimento” de Papisa explora formas alternativas de empoderamento e auto-ajuda. Além disso, serão exibidos mini-documentários exclusivos, um sobre a trajetória do coletivo Marsha! e uma poesia visual de Kelton e sua plataforma Brasilândia.co. Performances visuais (Trinitas, Irmãs Brasil, Aun Helden, Ecto, Cunnany, Puri, AnalCancer) serão acompanhadas por DJ sets feitos exclusivamente para esta transmissão (FKOFF1963, Alada, Miss Tacacá, SCAPA [ANTI B2B Libra], Badsista). Os artistas Ventura Profana e Podeserdesligado se apresentarão em formato de show.

Tormenta é uma festa e um selo de criatividade que surgiu em 2016, iniciando uma narrativa subversiva ao status quo da vida noturna paulistana, permitindo a experimentação musical e permitindo que ritmos latinos e periféricos encontrassem um ponto de convergência com o cenário experimental e internacional da música eletrônica. Aludindo aos moldes do compartilhamento de informações nos primeiros tempos da internet, seu público compartilha o mesmo interesse em explorar o que há de mais curioso e novo na música e exigir avanços em tendências culturais previamente estabelecidas.

MARSHA! é um coletivo sociocultural composto por pessoas trans que vêm enunciando a restituição e prosperidade da VIDA transgênero, construindo ações afirmativas para a comunidade LGBT desde 2018. Neste contexto pandêmico, o coletivo realizou festivais online, os primeiros dos quais aconteceram nos dias 4 e 5 de abril, e com isso foram arrecadados 42 mil reais através de uma campanha coletiva de financiamento, com o objetivo de distribuir cestas básicas para a população LGBT, em situação de vulnerabilidade social e garantindo subsídios, para mais de 50 artistas LGBTQIA +, e a produção do festival. Até hoje, mais de 100 artistas passaram pelo MARSHA! e mais de 80 mil reais de capital foram redistribuídos entre a população LGBT.

SOBRE OS DOCUMENTÁRIOS

“THIRD-WORLDISM” de Kelton Campos Fausto

CONSTRUÇÕES COMPLEXAS

SITUAÇÃO DE ESTRESSE É

DISTÚRBIOS ARCISÍSTICOS

INVESTIGAÇÕES CORPORATIVAS

A DESVALORIZAÇÃO ACONTECE, E BANALIZA, QUANDO VOCÊ PERCEBE, VOCÊ ESTÁ OLHANDO PARA BAIXO PARA SI MESMO DETALHES DE UMA MENTALIDADE COLONIZADORA.

“MARSHA! Documentário”.

O vídeo traz cenas da trajetória do coletivo sociocultural composto por pessoas trans que vêm enunciando a restituição e prosperidade da LIFE transgênero, construindo ações afirmativas para a comunidade LGBT desde 2018.  Até hoje, mais de 100 artistas já passaram por MARSHA! e mais de 80 mil reais de capital foram redistribuídos entre a população LGBT.

SOBRE AS PALESTRAS

“Sobre o Divã no Fim do Mundo” por TRANSÄLIEN e Paulete LindaCelva

TRANSÄLIEN, um multiartista visual, curador e produtor cultural que criou a MARSHA! Coletivo, senta-se no “O Divã no Fim do Mundo” para uma sessão de descarregamento e explosão sobre o atual cenário social e político do Brasil. Junto com a DJ e comunicadora Paulete Lindacelva, eles apresentam reflexões filosóficas e estratégias de equipe pós-apocalípticas.

“Feitiçaria Autônoma” de Meio da Terra

Como criar um feitiço? O feitiço é a união do visível com o invisível. As veias do mundo. Invenção de possibilidades. Diferentes maneiras de caminhar onde você quiser. Se somos uma fonte de energia, como podemos manipular essa energia? Como tomar posse de nosso poder? O feitiço como um espaço para a retomada de nossas forças. O feitiço como uma forma de se encontrar consigo mesmo. Um esqueleto para construir um feitiço de forma autônoma.

“Astrologia como uma ferramenta de autoconhecimento” por Papisa

Se há uma coisa que 2020 nos ensinou, foi lidar com a vida de uma maneira mais intensa do que o normal.

Nossos medos, desejos, limites, sonhos … Tudo vem à tona no meio de um contexto drástico.

Pense sobre isso: Em um momento em que nossas certezas são questionáveis, fazer as perguntas certas pode ser essencial. Algumas ferramentas estão disponíveis para facilitar este processo abstrato e a Astrologia é uma delas, afinal, se nada nos salva da morte, talvez o autoconhecimento nos salve da vida.

bios e links

Alada

A artista experimental do Rio de Janeiro, mas agora residente em Berlim, ganhou relevância cultural através de suas canções autorais e remixes. Ela cobre uma gama de ritmos improváveis e se tornou um expoente internacionalmente reconhecido do afrofuturismo. Parte de sua evolução e intenção como artista é chocar e questionar, trazendo uma nova visão para o que entendemos como “música”, “arte” e “gênero”. Sempre com uma abordagem de quebra paradigmática, seu trabalho tem um alto conteúdo de emoção e sexualidade.

Alexza Paraíso

Esta é a incrível história da garota que, além de perfeita, é uma perdedora, em busca de um novo mundo, onde possamos ser sexy e divertidos! Ela é uma atriz, artista visual e digital, vive sua vida através de: beleza, graça, paz, siga-me, e continue sorrindo. O paraíso está ali mesmo, você tem que fazer, você tem que brincar.

AnalCancer

Antes de tudo, AnalCancer não é estritamente uma marca, AC é um conceito que reúne diferentes mídias: vídeos, performances, escrituras, fotografias, esculturas e instalações….O projeto surgiu de uma relação não romântica entre duas pessoas, é um espaço de liberdade total, uma celebração da vida. “Estamos vivos, resistimos, nos divertimos”.

Aun Helden

Aun Helden é uma performer que trabalha para desnaturalizar a percepção humana, criando fricção entre a expectativa humana e a estranheza. Sua linguagem principal é o corpo, onde ele desenvolve trabalhos multimídia em busca da materialização destas questões e de suas memórias.

Badsista

Nascida e criada na cidade de São Paulo, Rafaela Andrade é o nome por trás da produtora musical BADSISTA, que está recolhendo elogios e ganhando terreno no território da música baixo. Sua habilidade musical lidera a pista de dança por vários gêneros de música eletrônica, especialmente os gêneros periféricos, como o techno, a casa de Chicago, o funk brasileiro e a música do gueto global.

Cunanny

Travesti, negra e marginalizada, Cunanny 007 vinda da cidade de Guarulhos começou seu trabalho com as artes em 2010, escrevendo poesia e canções para si mesma, e em 2016 decidiu mostrar sua arte para o mundo, participando do slam’s, onde também conheceu seu amor pela dança. Vogue veio através de seus amigos da cidade, ela dançou sozinha por 3 anos e começou sua contribuição ao Cultura Ballroom em 2019, conhecendo Monster LaBeija, que lhe pediu para entrar na Casa Internacional de LaBeija. hoje ela pesquisa em outras artes como mostrar sua realidade, sendo autodidata e autônoma, ela está trabalhando em audiovisual, modelagem, e também rap.

Enco

Ele desenvolve ambientes sensoriais através do desempenho, som e imagem, com a agonia, dor e arrependimento causados pelo sistema. Explorando ao extremo, os perigos e riscos de viver de uma forma não-normativa em nossa sociedade atual.

FKOFF1963

Entre o duro e o suave, o BPM alto e as trilhas sonoras ambiente, o FKOFF explora a complexidade da música tocada com gêneros e conceitos opostos. Muitas vezes inserido na estética do horror, mas não limitado por ela, o artista já lançou em várias gravadoras em todo o mundo.

Gabriel Massan

Gabriel Massan (Rio de Janeiro, 1996) vive em Berlim. Bacharel em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), Brasil. Também estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV, Rio de Janeiro), Brasil. Desde 2017 Gabriel tem apresentado suas pesquisas em arte digital em galerias, feiras, instituições e festivais nacionais e internacionais. Em 2018, ele começou a produzir estampas 3D para a São Paulo Fashion Week, e assinou animações 3D para o Glamour Brasil, também apresentado online para a Motorola, representando os novos nomes da arte em vídeo no Brasil. Residiu no ETOPIA – Centro de Arte e Tecnologia em Zaragoza, Espanha, em 2019, produziu a instalação imersiva “EPT”, onde sensores de proximidade, filtros de realidade aumentada e pintura em tecido, interagiram no mesmo ambiente através de várias telas e muito mais. O artista procura construir narrativas que utilizam objetos tridimensionais animados e de realidade aumentada e/ou virtual, permeando programação, escultura, pintura e manipulação digital.

Irmãs Brasil

O choque das linguagens da dança, do teatro e da performance compõe sua poética: como a língua de uma cobra, a prática experimental da liberdade que eles constroem em seus processos de criação do mundo nasce do encontro entre o corpo e as questões que são urgentes. Eles trabalham com operações de imagens e sinais para criar desvios nas tecnologias heteronormativas e coloniais.

Jade Maria Zimbra

Feiticeira-tarologista-contadora de fortuna, a artista catadora de vestígios perdidos fora do tempo, investigadora de antídotos para os venenos coloniais espalhados através da mente-corpo-espírito, cruzando as linguagens que permeiam e guiam sua espiritualidade.

Jean Petra

Jean Petra é paraense, nascido em Icoaraci, e vive há 10 meses em São Paulo.  Ele é um artista visual e suas obras se refletem em emoções, memórias e sonhos afetivos. Manifestado em fotoperformances, utilizando manipulações digitais, criando cenários em ambientes que misturam o utópico com o distópico, ele fala com o surreal e com as fantasias, criando um mundo sem concessões com o que é real.

Kelton

Kelton Campos é um artista multidisciplinar que produz e questiona imagens, movendo-se entre pintura, vídeo, som fotográfico e performance.

Meio da Terra

Meliny Bevacqua é uma travesti, mãe, feiticeira, leitora de tarô e artista multifacetada, trabalhando no estudo da espiritualidade nômade, da magia libertária e do trans-sagrado. LU é astróloga, oracultora, escritora, mãe, pós-binária. Estudou literatura e atualmente trabalha com astrologia e oráculos. Acredita no sonho como uma revolução e na magia como libertação.

Miss Tacacá

Miss Tacacá é uma farsa amazônica, ela vem desenvolvendo seu trabalho como DJ trazendo não só música mas também representatividade da cultura do norte, com ritmos eletrizantes como tecnomelodia, tecnobrega, eletrotecno e outros. Também produtora de eventos culturais, audiovisual, atriz e modelo, ela veio de Belém para São Paulo em 2017 e desde então, vem produzindo seus projetos e rock onde quer que vá.

Paulete LindaCelva

De Recife, residente em São Paulo. Curador independente, DJ, artista visual e apresentador em produções permeadas por questões de raça, desobediência de gênero e políticas de afirmação.

Papisa

Astrologia, arte, música, esoterismo, memes e festas. Estes micro universos se fundem e ajudam a formar a personalidade enigmática de Papisa, o pseudônimo de Tati Lisboa. Câncer com ascendente em Aquário e Lua em Peixes, ela sabe que suas missões envolvem autoconhecimento, bem-estar e autonomia. Papisa é um dos poucos astrólogos negros reconhecidos no Brasil e é aí que entra a tentativa de combinar um senso de comunidade, questões estruturais e conhecimentos ancestrais com as facilidades da internet.

Pininga

Natural de Pernambuco, mas vivendo em São Paulo há 10 anos, o DJ e artista multidisciplinar Eduardo Pininga, é um resultado vivo da mistura sonora do que as duas regiões brasileiras têm a oferecer. Seus conjuntos imprevisíveis misturam gêneros como trance, house e hip-hop, com ritmos latinos e locais, como funk, reggaeton, tecnobrega e maracatu, oferecendo um retrato exemplar do que significa crescer no carnaval multicultural do Recife e sua mistura anual frenética de povos e ritmos.

Puri

Nascido em Barra Mansa, interior do Rio de Janeiro, iniciou sua busca artística com a arte de rua, onde conheceu e construiu seu palhaço. Logo estudou artes cênicas, onde produziu e encenou o espetáculo itinerante Nasce uma Cidade e outras produções independentes. Aos 18 anos, mudou-se para a capital do estado e especializou-se em teatro, circo, dança e performance. Em 2016 participou de BH VOGUE FEVER, começando sua busca com a cultura do salão de baile. Viajou pelo Uruguai, Argentina e Paraguai, compartilhando experiências com artistas locais. Ao chegar na tríplice fronteira com o Brasil, na cidade de Foz do Iguaçu, fundou o coletivo Aranha Verde (@aranhaverde) juntando-se a outros artistas LGBTQIA+ sul-americanos, desenvolvendo oficinas, performances, eventos, círculos de conversação e atividades culturais em geral. Atualmente vive em São Paulo, onde continua se movimentando entre as possibilidades de seu corpo, gênero e multilinguismo.

SCAPA

O projeto sonoro SCAPA é representado pelo B2B entre DJs e produtores musicais Libra e Anti. Anti é de Sergipe e é uma pesquisadora de audiovisual. Libra é uma artista audiovisual de Olinda e sua identidade sonora é reconhecida por suas compilações fluidas e dançantes. O colapso de ambas as pesquisas sonoras constrói uma atmosfera energética e inesperada baseada em ritmos percussivos e graves quebrados. As vocais trazem referências a produções sex-dissidentes e funk MCs entre gêneros eletrônicos como techno, vogue e afrobeat.

TRANSÄLIEN

Ana Giselle, pernambucana, é uma artista multi-visual, produtora cultural, curadora, curadora de corpo, criadora do coletivo MARSHA! e articuladora dos direitos de trans e travestis no Brasil. Ela é também a pessoa que dá vida a TRANSÄLIEN, uma identidade pós-humana híbrida de estrangeiro e transexual que resigna as suposições equivocadas de abjeção perante a sociedade, transformando sua existência em poder artístico e político.

Trinitas

Trinitas é o amor de três bruxas, das quais nascem feitiços mais fortes do que aqueles que a terra havia profetizado, feitiços de união, conexão e afeto, de fortalecer nossas proteções e de reivindicar tudo o que elas nos tiraram. Audre, Carmen e Yris, protegidos pelas trevas, permanecem em um encanto harmônico baseado na força de todos os elementos, que numa sublime conciliação se fundiram com a matéria e a virtude, canalizando através de cada movimento a restituição que a terra clama por suas filhas. Nossos encantos reverberarão por séculos até que a última pedra deste planeta seja destruída.

Ventura Profana & Podeserdesligado

Aqui está o plano de salvação: Construir e semear vida, plantar para a eternidade. Nós disputamos, através do terreno da fé, o direito sobre nossas existências, em novidade, abundância e plenitude de vida. Guiados pelo espírito de Deize, desfilamos esplendidamente sobre as águas do mar morto, rompendo com a provação. Desautorizamos e retiramos seu poder sobre nossos sonhos, desejos, corpos e trajetórias. Conduzidos nas águas profundas do espírito, banhamo-nos na fé com canções que nos preparam em tempero de armadura e poder, nossas ~ almas ~ corpos ~ terra ~ para a guerra contra o cruel e colonial domínio dos senhores, que durante séculos zombaram e nos mataram. Com cânticos proféticos de vitória e encantamento, refreamos o plano necropolítico e branqueador de condenação do devorador. Sacamos espadas flamejantes e acertamos com precisão a flecha na cabeça do inimigo. TRAQUEJOS PENTECOSTAIS PARA MATAR O SENHOR (TRAQUEJOS PENTECOSTAL PARA MATAR O SENHOR) é o resultado da sagrada combinação de louvores ~ ministrações de VENTURA PROFANA e o toque saturado ~ batida de shofar e tambor de PODESERDESLIGADO, que invoca a respiração para ressuscitar e a oportunidade de restituição, em

Ventura Profana & Podeserdesligado

Aqui está o plano de salvação: Construir e semear vida, plantar para a eternidade. Nós disputamos, através do terreno da fé, o direito sobre nossas existências, em novidade, abundância e plenitude de vida. Guiados pelo espírito de Deize, desfilamos esplendidamente sobre as águas do mar morto, rompendo com a provação. Desautorizamos e retiramos seu poder sobre nossos sonhos, desejos, corpos e trajetórias. Conduzidos nas águas profundas do espírito, banhamo-nos na fé com canções que nos preparam em tempero de armadura e poder, nossas ~ almas ~ corpos ~ terra ~ para a guerra contra o cruel e colonial domínio dos senhores, que durante séculos zombaram e nos mataram. Com cânticos proféticos de vitória e encantamento, refreamos o plano necropolítico e branqueador de condenação do devorador. Sacamos espadas flamejantes e acertamos com precisão a flecha na cabeça do inimigo. TRAQUEJOS PENTECOSTAIS PARA MATAR O SENHOR (TRAQUEJOS PENTECOSTAL PARA MATAR O SENHOR) é o resultado da sagrada combinação de louvores ~ ministrações de VENTURA PROFANA e o toque saturado ~ batida de shofar e tambor de PODESERDESLIGADO, que invoca a respiração para ressuscitar e a oportunidade de restituição, na congregação negra, trans ~ travesti, original.